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A Ciência Por Trás de Cada Decisão do Protocolo Borille para Lentes de Contato Dental

Atualizado em 10 de outubro de 2026

Nenhuma decisão do Protocolo Borille é preferência arbitrária. Esta página documenta as doze decisões clínicas mais importantes do protocolo e o que sustenta cada uma. Onde existe evidência publicada, ela está citada com PMID e DOI verificáveis. Onde a decisão se apoia em raciocínio clínico, em dado de fabricante ou em experiência própria, isso está dito com todas as letras, porque chamar preferência de evidência é o oposto de rigor.

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Dr. Marcelo Borille, CRO-RS 14520, ORCID: 0009-0000-5422-207X

Resumo: as 12 decisões e o que sustenta cada uma

#DecisãoO que sustentaAlternativa descartada
1e.max Press, não CADAdaptação marginal superior em revisão sistemática. Resistência é equivalente entre as duase.max CAD (fresado)
2HT como ingot padrãoRaciocínio óptico e experiência clínicaTrocar ingot por dente
3Ajuste por espessura e cimentoRaciocínio óptico e experiência clínicaTrocar ingot por dente
4Etch-and-rinse 3 passosMeta-análise favorável, com efeito baixo e certeza muito baixaUniversal ou all-in-one
5IDS sistemáticoMeta-análise de 21 estudos; benefício concentrado no etch-and-rinse de 3 passosSelamento tardio (DDS)
6Não clarear o substratoRevisão sistemática sobre estabilidade de cor pós-clareamentoClarear para resultado mais claro no dia 1
7Mock-up físico obrigatórioRaciocínio clínico e função no fluxo de trabalhoSó planejamento digital
8Moldagem com silicone e fio retratorEquivalente ao digital em margem supragengival; superior em margem subgengival, com discrepância medida em ensaio randomizadoScanner intraoral exclusivo
9Allcem Veneer APSDado de fabricante e experiência clínica com controle UVCimentos sem fluorescência adequada
10Dupla verificação UVRaciocínio clínico e protocolo próprioRemoção sob luz branca apenas
11Gengivoplastia com bisturiPreferência clínica por controle tátilLaser de diodo
12Fotopolimerização prolongada e localizadaEstudo com o próprio cimento usado, sob cerâmica de 0,5 mmExposição curta ou ponta em movimento

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Detalhamento de cada decisão

Decisão 1: e.max Press em vez de e.max CAD

O que faço: IPS e.max Press como material padrão para laminados anteriores. CAD reservado para coroas e peças posteriores.

Evidência publicada: revisão sistemática de 2025 comparou as duas técnicas em oito estudos. As peças prensadas apresentaram adaptação marginal superior em avaliação clínica e laboratorial, e sobrevida maior em acompanhamento de até 10 anos. As fresadas tiveram melhor ajuste interno e maior eficiência de fluxo. Os autores registram que apenas um dos oito estudos tinha baixo risco de viés e que a certeza da evidência foi rebaixada para baixa ou muito baixa (Sudharson NA e cols., PMID: 41024714).

Uma correção importante: a diferença de resistência flexural entre Press e CAD, frequentemente citada como argumento, não se sustenta. Estudo comparativo de resistência flexural biaxial encontrou valores semelhantes entre as duas técnicas (p = 0,87), e conclui que a técnica de fabricação não afeta a resistência das cerâmicas vítreas (Lin WS e cols., PMID: 22462639). A escolha pelo Press aqui se apoia em adaptação marginal e na maior variedade de ingots, não em resistência.

Alternativa descartada: e.max CAD para laminados anteriores. É material equivalente em resistência e adequado para coroas. A preferência pelo Press em laminados é por adaptação de margem e opções de translucidez.

Decisão 2: ingot HT como padrão

O que faço: ingot HT (alta translucidez) para todas as peças do caso. Não troco de ingot entre dentes do mesmo tratamento.

Base: raciocínio óptico e experiência clínica, não estudo comparativo. A lógica é que cada ingot tem comportamento de luz próprio, e misturar HT, LT e MO no mesmo arco produz dentes que reagem de forma diferente sob iluminações variáveis. Manter um único sistema preserva a uniformidade do conjunto. Em substratos claros, a alta translucidez também favorece o efeito camaleão, com a peça absorvendo a cor do entorno.

Não conheço ensaio clínico que compare diretamente essa estratégia com a alternativa. É uma decisão de coerência óptica que assumo como preferência informada, e a apresento como tal.

Alternativa descartada: trocar ingot por dente, usando LT no dente mais escuro. Resolve o mascaramento pontual, mas cria inconsistência entre dentes adjacentes.

Decisão 3: ajustar por espessura e cimento, não por ingot

O que faço: quando um dente tem substrato mais escuro, aumento a espessura da peça nesse dente e ajusto a cor do cimento. O ingot permanece HT.

Evidência relacionada: a espessura da cerâmica influencia diretamente a capacidade de mascaramento e o grau de conversão do cimento. Estudo sobre conversão através de cerâmicas de diferentes espessuras mostrou que peças de 0,5 e 1,0 mm não comprometem a polimerização, enquanto a partir de 1,5 mm a atenuação passa a ser relevante, especialmente com ingots de baixa translucidez (Runnacles P e cols., PMID: 24789290). Isso define o limite prático dentro do qual a espessura pode ser usada como variável de ajuste.

Base da decisão em si: raciocínio óptico. A escolha de compensar por espessura e cimento em vez de por ingot é coerente com a Decisão 2 e segue a mesma lógica de uniformidade.

Decisão 4: etch-and-rinse de 3 passos sempre

O que faço: condicionamento ácido separado com ácido fosfórico a 37%, seguido de primer e adesivo. Não simplifico para dois passos nem para universal em laminados.

Evidência publicada: meta-análise de seis estudos, oriundos de cinco ensaios randomizados, encontrou resultado favorável ao etch-and-rinse quanto à taxa de falha, com tamanho de efeito Cohen H de 0,406 (IC 95%: 0,100 a 0,713; p = 0,009). As falhas foram atribuídas majoritariamente a adaptação marginal (Vieira BR e cols., PMID: 34808690).

Ressalvas que os autores registram: o tamanho de efeito é baixo, a análise GRADE atribuiu certeza muito baixa à evidência, e o gráfico em funil detectou viés importante. Além disso, o estudo avaliou restaurações de resina em dentes posteriores, não laminados cerâmicos anteriores.

O que reforça a escolha é o achado da meta-análise de IDS, descrito na decisão seguinte: o benefício do selamento dentinário aparece concentrado justamente quando se usa etch-and-rinse de 3 passos. As duas evidências apontam na mesma direção.

Decisão 5: IDS sistemático quando há dentina exposta

O que faço: Immediate Dentin Sealing aplicado imediatamente após o preparo, antes da moldagem, sempre que há dentina exposta.

Evidência publicada: meta-análise de 21 estudos laboratoriais comparou IDS e selamento tardio. O IDS melhorou significativamente a força de adesão à dentina, tanto imediatamente (p < 0,001) quanto após envelhecimento (p = 0,001).

A análise por subgrupos é o achado que mais orienta a prática: a melhoria a longo prazo aparece especificamente com adesivo etch-and-rinse de 3 passos (p < 0,001) ou com adesivo somado a resina flow (p = 0,01). Com etch-and-rinse de 2 passos (p = 0,07) ou self-etch de 1 passo (p = 0,15), o IDS não mostrou vantagem estatisticamente significativa (Hardan L e cols., PMID: 35323288).

Revisão independente com 60 artigos confirmou que o IDS reduz os efeitos negativos dos materiais provisórios sobre a durabilidade da interface, e que adesivos com carga ou combinados com resina flow protegem melhor a camada de IDS (Ozer F e cols., PMID: 38534867).

Ressalva: são estudos laboratoriais. Força de adesão medida em bancada é indicador de comportamento, não medida direta de longevidade clínica.

Decisão 6: não clarear o substrato dos dentes que receberão lentes

O que faço: clareamento apenas de vizinhos e arcada oposta. Ingot e cimento calculados para o substrato natural.

Evidência publicada: revisão sistemática com 24 estudos concluiu que a cor obtida com clareamento caseiro se mantém estável entre 1 e 2,5 anos, independentemente do agente ou da forma de administração, e que descolorações severas apresentam maior grau de recidiva (Fioresta R e cols., PMID: 37273018).

Ensaio clínico randomizado em desenho de boca dividida encontrou diferença significativa no efeito rebote aos 6 meses entre clareamento caseiro e de consultório, com regressão mais acentuada no de consultório (Moghadam FV e cols., PMID: 24932113).

A implicação: se o ingot e o cimento forem escolhidos tendo como referência um substrato clareado, a leitura óptica muda quando essa cor regride. O resultado que estava correto na cimentação deixa de estar dois anos depois. Calcular para o substrato natural elimina essa variável.

Decisão 7: mock-up físico obrigatório antes de preparar

O que faço: enceramento diagnóstico transferido para a boca com bisacrílica. O paciente aprova a forma antes de qualquer desgaste. Planejamento digital como complemento, nunca como substituto.

Base: raciocínio clínico e função no fluxo de trabalho, não estudo comparativo. O mock-up físico permite avaliar volume, perfil labial, fonética e proporção em três dimensões e em movimento: o que uma simulação em tela não reproduz. E a muralha de silicone do mock-up é a matriz do provisório: sem ela, o provisório vira improviso.

Existe literatura sobre alinhamento de expectativa como preditor de satisfação em estética dental, mas não tenho aqui uma referência indexada que sustente essa afirmação com o mesmo rigor das demais desta página. Apresento a decisão como o que ela é: uma exigência do protocolo, baseada em experiência e em lógica de processo.

Decisão 8: moldagem com silicone de adição e fio retrator

O que faço: silicone de adição com técnica de reembasamento e fio retrator para expor a margem. Scanner como complemento.

O que a literatura mostra, e é diferente do que se costuma afirmar: meta-análise de dez estudos in vivo comparando moldagem digital e convencional para coroas cerâmicas unitárias não encontrou diferença significativa entre os sistemas, com discreta vantagem para a digital, que apresentou diferença média de 6,54 μm na adaptação marginal (Manisha J e cols., PMID: 37102534).

Por que ainda uso silicone: a resposta depende de onde está a margem. Em margem supragengival, os dois métodos são equivalentes. Em margem dentro do sulco, não são.

Um ensaio controlado randomizado com 60 dentes mediu isso diretamente. Com margem supragengival, não houve diferença entre digital e convencional. Com a margem de 0,5 a 1,0 mm dentro do sulco, a discrepância foi de 0,483 mm nas faces proximais e 0,682 mm na vestibular. Entre 1,5 e 2,0 mm, chegou a 0,750 mm e 0,964 mm. Os autores concluem que preparos profundos no sulco não são recomendados para impressão digital (Ferrari Cagidiaco E e cols., PMID: 33804358).

Uma revisão umbrella de 11 revisões sistemáticas complementa: os scanners são equivalentes à moldagem convencional em próteses fixas de até 4 elementos, com vantagem clara em preferência do paciente e tempo de execução. Para soluções mais extensas, a convencional continua recomendada (Afrashtehfar KI e cols., PMID: 36162879).

Ou seja: onde a margem é visível, escanear é tão bom quanto moldar, e mais confortável para o paciente. Onde a margem está no sulco, a diferença é mensurável e o silicone com fio retrator continua sendo o método com melhor evidência.

Decisão 9: Allcem Veneer APS como cimento de primeira escolha

O que faço: cimento resinoso fotopolimerizável com sete opções de cor e fluorescência intensa para controle sob luz ultravioleta.

Base: dado de fabricante e experiência clínica. A fluorescência do Allcem APS sob luz de aproximadamente 405 nm permite identificar excessos subgengivais e interproximais que passam despercebidos sob luz branca. Não tenho aqui um estudo comparativo indexado que classifique a fluorescência dos cimentos disponíveis no mercado: a escolha se apoia na ficha técnica do produto e no que observo na prática.

O que existe de evidência publicada sobre esse cimento é sobre polimerização, não sobre fluorescência: estudo com o AllCem Veneer APS sob cerâmica de 0,5 mm mediu grau de conversão e microdureza em diferentes protocolos de exposição (Bragança GF e cols., PMID: 32950244). Esses dados sustentam a Decisão 12, não esta.

Decisão 10: dupla verificação sob luz ultravioleta

O que faço: modo UV do fotopolimerizador ativado em dois momentos: após o tack cure, para remoção de excessos, e após a polimerização completa, para verificação final.

Base: protocolo próprio, derivado do mesmo princípio óptico usado na remoção de laminados com auxílio de fluorescência. Excesso de cimento é causa reconhecida de inflamação gengival pós-cimentação, e sob luz branca o material tem cor próxima demais do dente e da gengiva para ser identificado com segurança.

Não conheço ensaio que quantifique a redução de excessos residuais atribuível à verificação UV. É uma etapa que adiciono por raciocínio, não por dado publicado, e que custa segundos.

Decisão 11: gengivoplastia com bisturi convencional

O que faço: bisturi convencional com lâmina 15c para gengivoplastia. Cinzel para osteotomia quando indicada.

Base: preferência clínica por controle tátil, não superioridade demonstrada. O bisturi oferece corte limpo sem zona de dano térmico lateral, e o retorno tátil durante o corte permite ajuste fino do contorno. Lasers de diodo e Nd:YAG produzem coagulação que pode alterar a previsibilidade da margem; o Er:YAG é ablativo e tem comportamento diferente.

Existe literatura comparando as técnicas, com resultados que variam conforme o desfecho medido: sangramento, desconforto, tempo de cicatrização, estabilidade da margem. Não faço aqui a afirmação de que uma seja superior à outra. Uso bisturi porque é onde tenho maior controle, e porque em laminados a posição final da margem gengival é crítica.

Sobre o prazo: após gengivoplastia simples, aguardo de 60 a 90 dias para maturação da margem gengival antes de iniciar a fase restauradora. Havendo osteotomia, de 90 a 120 dias para remodelamento ósseo.

Decisão 12: fotopolimerização prolongada e localizada

O que faço: exposição localizada e prolongada por dente, com a ponta parada. Nunca varrer a arcada com o fotopolimerizador em movimento.

Evidência publicada, e com o próprio cimento que uso: estudo avaliou o AllCem Veneer APS sob cerâmica de dissilicato de 0,5 mm. A interposição da cerâmica reduziu a irradiância recebida pelo cimento em cerca de 50%. A exposição localizada de 40 segundos por dente produziu grau de conversão e microdureza Knoop significativamente superiores à de 10 segundos.

O achado mais direto: movimentar o fotopolimerizador durante a polimerização não é recomendado. Varrer a ponta pelos seis dentes com tempo total de 10 segundos produziu os piores resultados do estudo (Bragança GF e cols., PMID: 32950244).

Uma precisão: o estudo testou 40 segundos, não 60. O tempo que uso é maior que o testado, por margem de segurança, mas o número que a evidência sustenta é 40 segundos localizados, superiores a 10. Não apresento 60 como valor comprovado.

O princípio que une as decisões

Observando as doze decisões, três linhas se repetem:

  • Preservar esmalte. Decisões 3, 5 e 8 convergem para manter o máximo de estrutura e otimizar a adesão ao que resta.
  • Previsibilidade de longo prazo acima do resultado imediato. Decisões 4, 5, 6 e 12 escolhem o que se sustenta em dez anos, não o que impressiona no dia da cimentação.
  • Coerência do conjunto. Decisões 2, 3 e 7 tratam o sorriso como sistema, não como soma de dentes tratados isoladamente.

Cada etapa do protocolo existe para prevenir uma complicação específica. Não é perfeccionismo, é o que um tratamento irreversível exige.

O que esta página não faz

Das doze decisões, seis têm evidência publicada citada com identificador verificável. As outras seis se apoiam em raciocínio clínico, dado de fabricante ou experiência própria, e estão marcadas como tal.

Isso não as torna arbitrárias. Torna-as honestas sobre o próprio fundamento. Um protocolo pode ser bom sem que cada etapa tenha ensaio randomizado por trás; o que não pode é apresentar preferência como se fosse dado.

Duas decisões desta página foram revistas depois de checagem na literatura. A vantagem de resistência do Press sobre o CAD, que eu afirmava, não existe: os materiais são equivalentes nesse quesito. E a questão da moldagem exigiu duas revisões: a meta-análise sobre coroas unitárias não encontra diferença significativa entre digital e convencional, mas um ensaio randomizado específico sobre margem subgengival encontra, e é esse o cenário dos laminados com margem no sulco. A afirmação correta não é que uma é melhor, e sim que depende de onde está a margem.

Referências

  • Lin WS, Ercoli C, Feng C, Morton D. The effect of core material, veneering porcelain, and fabrication technique on the biaxial flexural strength and weibull analysis of selected dental ceramics. J Prosthodont. 2012;21(5):353-62. PMID: 22462639. doi:10.1111/j.1532-849X.2012.00845.x
  • Sudharson NA, Bali P, Thomas PM, Kurian N, Varghese KG. Clinical Performance and Survival Outcomes of Milled Versus Pressed Lithium Disilicate Veneers: A Systematic Review. J Esthet Restor Dent. 2025;37(12):2590-2600. PMID: 41024714. doi:10.1111/jerd.70038
  • Hardan L, Devoto W, Bourgi R, Cuevas-Suárez CE, e cols. Immediate Dentin Sealing for Adhesive Cementation of Indirect Restorations: A Systematic Review and Meta-Analysis. Gels. 2022;8(3):175. PMID: 35323288. doi:10.3390/gels8030175
  • Ozer F, Batu Eken Z, Hao J, Tuloglu N, Blatz MB. Effect of Immediate Dentin Sealing on the Bonding Performance of Indirect Restorations: A Systematic Review. Biomimetics (Basel). 2024;9(3):182. PMID: 38534867. doi:10.3390/biomimetics9030182
  • Vieira BR, Dantas ELA, Cavalcanti YW, Santiago BM, Sousa FB. Comparison of Self-Etching Adhesives and Etch-and-Rinse Adhesives on the Failure Rate of Posterior Composite Resin Restorations: A Systematic Review and Meta-Analysis. Eur J Dent. 2022;16(2):258-265. PMID: 34808690. doi:10.1055/s-0041-1736332
  • Fioresta R, Melo M, Forner L, Sanz JL. Prognosis in home dental bleaching: a systematic review. Clin Oral Investig. 2023;27(7):3347-3361. PMID: 37273018. doi:10.1007/s00784-023-05069-0
  • Moghadam FV, Majidinia S, Chasteen J, Ghavamnasiri M. The degree of color change, rebound effect and sensitivity of bleached teeth associated with at-home and power bleaching techniques: A randomized clinical trial. Eur J Dent. 2013;7(4):405-411. PMID: 24932113. doi:10.4103/1305-7456.120655
  • Ferrari Cagidiaco E, Zarone F, Discepoli N, Joda T, Ferrari M. Analysis of The Reproducibility of Subgingival Vertical Margins Using Intraoral Optical Scanning (IOS): A Randomized Controlled Pilot Trial. J Clin Med. 2021;10(5):941. PMID: 33804358. doi:10.3390/jcm10050941
  • Afrashtehfar KI, Alnakeb NA, Assery MKM. Accuracy of Intraoral Scanners Versus Traditional Impressions: A Rapid Umbrella Review. J Evid Based Dent Pract. 2022;22(3):101719. PMID: 36162879. doi:10.1016/j.jebdp.2022.101719
  • Manisha J, Srivastava G, Das SS, Tabarak N, Choudhury GK. Accuracy of single-unit ceramic crown fabrication after digital versus conventional impressions: A systematic review and meta-analysis. J Indian Prosthodont Soc. 2023;23(2):105-111. PMID: 37102534. doi:10.4103/jips.jips_534_22
  • Bragança GF, Vianna AS, Neves FD, Price RB, Soares CJ. Effect of exposure time and moving the curing light on the degree of conversion and Knoop microhardness of light-cured resin cements. Dent Mater. 2020;36(11):e340-e351. PMID: 32950244. doi:10.1016/j.dental.2020.08.016
  • Runnacles P, Correr GM, Baratto Filho F, Gonzaga CC, Furuse AY. Degree of conversion of a resin cement light-cured through ceramic veneers of different thicknesses and types. Braz Dent J. 2014;25(1):38-42. PMID: 24789290. doi:10.1590/0103-6440201302200

Por que tornar isso público

A maioria dos profissionais mantém protocolo como reserva de mercado. Prefiro o oposto: publicar cada decisão, o que a sustenta e onde ela é apenas preferência. Quem esconde protocolo pode estar escondendo a ausência dele, mas quem publica também precisa aceitar ser corrigido.

Se você é profissional e discorda de alguma decisão, me procure com a evidência que sustenta a alternativa. Ciência é debate, não dogma. Duas afirmações desta página já mudaram por checagem na literatura. Se a evidência mudar de novo, eu mudo junto.

Todas as dúvidas sobre lente de contato dental estão reunidas no guia completo, organizado por tema.